Reavivar adorando em comunhão e servindo com alegria.
Edificando sobre a Rocha que é Jesus.
(Mateus 4:1-11)
O fundamento:
O Alicerce firmado na Rocha.
Em cada tentação, Jesus não usou Seu poder divino para Se defender, mas sim a Palavra de Deus
Mostrou que a obediência às Escrituras torna o alicerce inabalável.
4 - À fome, Ele respondeu: "Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus."
7 - Ao orgulho, Ele respondeu: "Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus."
10 - Ao poder, Ele respondeu: "Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás."
A "Rocha" que é Jesus e a submissão à vontade do Pai, foi expressada pela disciplina e obediência a Palavra escrita.
✨ O Resultado (Casa Inabalável)
Neste mundo de "casas" frágeis, construídas sobre a areia das narrativas ideológicas, opiniões vazias, riquezas passageiras, emoções voláteis, verdades / mentiras relativas e etc...
Quando a crise e (a "tempestade") chega, a queda pode ser evitada.
Jesus pela Palavra venceu o diabo que O deixou.
Por ter o alicerce firmado com obediência a Palavra, mostrou-se apto para iniciar Seu ministério e, finalmente, resistir à tentação final na cruz.
Edifiquemos nossa vida sobre a Rocha que é Jesus!
Preletor; Pb. Wanderson Silva
Adorando Comungando e Brilhando
I - Bondade de Deus:
V - Adorar a Deus:
VI - Nos rendendo:
Devemos apresentar nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Que é o estilo de vida constante em obediência, não apenas mais um momento no tempo ou no templo.
VII. Comungando:
Adorando com gratidão e amor, expandiremos e fortaleceremos a comunhão no Corpo de Cristo nosso Senhor.
Vários membros, mas um só corpo em Cristo. Batizados em um só Espírito para formar um só corpo. A verdadeira adoração envolve abraçar, reconhecer e valorizar cada membro, cada irmão.
IX - Abraçando:
Somos chamados a considerar uns aos outros para nos "estimularmos ao amor e às boas obras", congregando. A comunhão é o combustível para o amor prático.
X - Brilhando
Brilhar com nossas boas obras, fruto da adoração em comunhão, não é a nossa glória, mas para o mundo ver e glorificar nosso Pai, que está nos céus. brilhemos refletindo a glória de Deus.
XI - Vivendo:
Temos adorado a Deus expressando todo nosso amor e gratidão?
Temos investido amor prático com os irmãos em Cristo, vivendo a unidade na vida do Corpo?
Nossa vida coletiva (como igreja) e individual como membro tem sido luz, testemunhando e iluminando o mundo para a gloria de Jesus?
Preletor: Pb. Wanderson Silva
A vitória da cruz
Leiamos em: 1 Coríntios 15:54b-58.
⁵⁴ Tragada foi a morte na vitória.
⁵⁵ Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
⁵⁶ Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
⁵⁷ Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
⁵⁸ Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Assim como o salmista, nós declaramos alegria em dedicar a casa do Senhor para adoração e louvor.
Se pudermos fechar nossos olhos nesse instante, meditarmos e encontraremos paz com a verdade que transforma e liberta.
O apóstolo Paulo nos lembra sobre a morte, que por muito tempo foi o nosso maior inimigo, mas que agora está completamente vencida, destituída e despojada pela vitória alcançada na Cruz.
Aquele aguilhão que tanto nos feria, o pecado já não tem poder sobre nós. Porque Jesus Cristo, em Sua morte e ressurreição, nos libertou o coração.
A Sua cruz não foi um momento de derrota, mas o palco de Sua vitória eterna.
Hoje, não louvamos a um Deus distante, mas ao poderoso Jeová criador que se revelou em Jesus Cristo Salvador e por seu amor venceu o pecado, a morte, o inferno e levou consigo a nossa dor.
Elevemos nossas vozes ao Cristo que venceu.
Cada nota, cada palavra, cada batida compasse o nosso coração e exalte ao Rei que venceu com toda nossa devoção.
Adoremos A aquele que nos libertou do império das trevas e nos trouxe de volta a sua maravilhosa luz com a certeza de que o nosso trabalho, a nossa fé e esperança não são vans em Jesus Cristo o nosso Senhor e Salvador.
Ministra: Dcª Isabel Silva
Chamados para servir
Adorar a Deus servindo em Amor:
João 11:38-44, A profundidade do amor de Jesus e Sua fé nos liberta para viver no poder de Sua Palavra.
I. O amor de Cristo pela fé nos move em direção ao próximo (v. 38-39a)
"Jesus profundamente comovido com a morte de Lázaro"
Vai primeiro ao sepulcro de Marta e Maria para ressuscita-las da dor, tristeza, desesperança, incredulidade...
Não adoramos a Deus verdadeiramente, quando ignoramos que muitos desses sepulcros estão abrigando filhos de Deus sufocados por dificuldades, atados em seus delitos e pecados ou mortos precisando ser ressuscitados.
Sirvamos adorando a Deus com um coração contrito, mostrando a fé que recebemos dEle e retiremos a pedra da incredulidade.
Jesus ordena a nós os vivos: "Tirai a pedra!" que impede a entrada da esperança, solução, vida plena, salvação...
Quantas e quais são as "pedras" que hoje estão nos impedindo de experimentar e viver a graciosa ressurreição?
Tiremos!
II. A liberdade pela fé nos direciona a obediência da Palavra de Deus (v. 39b-42)
A resposta de Marta foi naturalmente humana: "Senhor, ele já cheira mal, pois já faz quatro dias".
Quantas vezes nossa lógica se contrapõe a ordem de Deus?
Quantas vezes os problemas, a razão, o medo, a incredulidade ofuscam o nosso obedecer?
Mas Jesus lembra uma verdade fundamental:
"Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?"
A glória de Deus se manifesta a nós pelo Seu poder através da fé que expressa intimidade / obediência. A "pedra" é removida quando a fé gera confiança na palavra de Jesus.
Essa confiança com intimidade e serviço obediente, é o passo de fé que em adoração prepara o caminho para a glória de Deus se manifestar.
III. A ordem que nos traz da morte para uma vida de adoração (v. 43-44)
Então Jesus brada: "Lázaro, venha para fora!". Sua voz vence a morte, ressoa no reino espiritual dizendo: Haja vida onde antes reinava a morte. E Lázaro vem! Porque quem é filho de Deus ouve a Sua voz ainda que esteja morto e amarrado em ataduras nos delitos e pecados.
Assim como a Lazaro, Jesus não nos ressuscitou para vivermos inertes e inoperantes. Ele nos deu Sua vida abundante para ativamente no Seu corpo Sua Igreja nos mover: adorando, comungando, edificando, servindo, missionando" e Faixas (limitações) uns dos outros tirando." ...
Jesus que ressuscitou o morto, poderia ter ordenado a pedra, ter soltado suas faixas. No entanto incumbiu aos presentes, participar do processo concluindo o trabalho de libertação.
Conclusão: Um Chamado ao Serviço Adorador.
Que nossa adoração a Deus não se limite a placas, religiões, regras, expectações, mas se manifeste efetivamente também em atitudes de amor a Deus e ao próximo de todo coração:
Jesus nos resgatou da morte espiritual, nos deu nova vida, chamando: "Venham para fora!".
Saímos dos nossos "sepulcros caiados", mas cotidianamente precisamos participar movendo ou ajudando a mover pedras, desamarrando e sendo desamarrados, tendo com Jesus os nossos famigerados jugos e pesados fardos trocados.
Ele nos convida a adorar com atitude! Para que tudo o que fizermos seja onde for, em casa, no trabalho, na escola, no templo, na igreja, deve render glória e honra a Deus.
Que Ele nos capacite a viver essa vida de fé, obediência e atitude servindo, adorando em espirito e em verdade o nome do nosso santo e glorioso Senhor. Amém!
Adoração e comunhão.
01
Adorar é crer e confiar plenamente, porque Deus não precisa provar nada a ninguém. Ele já provou e quanto mais nos achegamos e confiamos no seu amor, mais fácil fica de nos render e atender ao seu chamado.
03
Adorar é amar, rendendo-se e obedecendo a Deus.
O ato de rendição manifesta-se mais claramente quando confiamos e consequentemente obedecemos a Deus.
Não podemos chamar Jesus de Senhor, quando nos recusamos a obedecê-lo.
04
Adorar é amar, rendendo-se, obedecendo e recebendo de Deus, deixando Ele agir em nós para o louvor da sua glória.