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Edificando sobre a Rocha que é Jesus.


(Mateus 4:1-11)


O fundamento:

A tempestade:
1 -
Após 40 dias de jejum, Jesus foi tentado pelo Diabo em três áreas principais que representam as fraquezas humanas:
3 - Fome/Necessidade Material: Transformar pedras em pão para satisfazer a necessidade através da desobediência.
6 - Orgulho/Testar a Deus: Jogar-se do templo para ser salvo pelos anjos buscando glória e desafiando a Deus.
9 - Poder/Idolatria: Adorar o Diabo em troca dos reinos do mundo trocando a adoração a Deus por poder.

O Alicerce firmado na Rocha.

Em cada tentação, Jesus não usou Seu poder divino para Se defender, mas sim a Palavra de Deus

Mostrou que a obediência às Escrituras torna o alicerce inabalável.

  • 4 - À fome, Ele respondeu: "Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus."

  • 7 - Ao orgulho, Ele respondeu: "Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus."

  • 10 - Ao poder, Ele respondeu: "Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás."

A "Rocha" que é Jesus e a submissão à vontade do Pai, foi expressada pela disciplina e obediência a Palavra escrita.

✨ O Resultado (Casa Inabalável)

Neste mundo de "casas" frágeis, construídas sobre a areia das narrativas ideológicas, opiniões vazias, riquezas passageiras, emoções voláteis, verdades / mentiras relativas e etc...

Quando a crise e (a "tempestade") chega, a queda pode ser evitada.

Jesus pela Palavra venceu o diabo que O deixou.

Por ter o alicerce firmado com obediência a Palavra, mostrou-se apto para iniciar Seu ministério e, finalmente, resistir à tentação final na cruz.

Edifiquemos nossa vida sobre a Rocha que é Jesus!

Preletor; Pb. Wanderson Silva

Adorando Comungando e Brilhando

I - Bondade de Deus:

Bendizendo a Deus nosso top abençoador espiritual total, que entre as mais valiosas estão: perdão, redenção, adoção, herança, comunhão, vida eterna... em Cristo, digno de toda adoração.

II - Amor sem igual:
Sua soberana decisão nos escolheu para redimir antes mesmo do mundo existir. Isso originou-se na na sua bondade e no seu eterno amor.


III - Atitude Divina:

Esta redenção não está baseada em nosso mérito, mas no "bom prazer" e na "bondosa intenção" de Deus que misericordiosamente se moveu.

IV - Proposito Divinal:

 Deus nos incluiu no seu beneplácito e nós que reconhecemos seu amor e poder O exaltamos pela sua Tão Maravilhosa Graça. A graça que é o seu favor imerecido a nos os seus filhos foi concedido.


V - Adorar a Deus:

Não somente com rituais mecânicos, canções vazias, tristeza ou pranto, muito além disso, nosso louvor e adoração deve expressar amor a Deus com atitudes de gratidão e um quebrantado coração.


VI - Nos rendendo:

Devemos apresentar nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Que é o estilo de vida constante em obediência, não apenas mais um momento no tempo ou no templo.


VII. Comungando:

Adorando com gratidão e amor, expandiremos e fortaleceremos a comunhão no Corpo de Cristo nosso Senhor.


VIII - Unindo:

Vários membros, mas um só corpo em Cristo. Batizados em um só Espírito para formar um só corpo. A verdadeira adoração envolve abraçar, reconhecer e valorizar cada membro, cada irmão.


IX - Abraçando:

Somos chamados a considerar uns aos outros para nos "estimularmos ao amor e às boas obras", congregando. A comunhão é o combustível para o amor prático.


X - Brilhando

Brilhar com nossas boas obras, fruto da adoração em comunhão, não é a nossa glória, mas para o mundo ver e glorificar nosso Pai, que está nos céus. brilhemos refletindo a glória de Deus.


XI - Vivendo:

Temos adorado a Deus expressando todo nosso amor e gratidão?

Temos investido amor prático com os irmãos em Cristo, vivendo a unidade na vida do Corpo?

Nossa vida coletiva (como igreja) e individual como membro tem sido luz, testemunhando e iluminando o mundo para a gloria de Jesus?


Preletor: Pb. Wanderson Silva

A vitória da cruz

 

Leiamos em: 1 Coríntios 15:54b-58.

⁵⁴ Tragada foi a morte na vitória.

⁵⁵ Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?

⁵⁶ Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.

⁵⁷ Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.

⁵⁸ Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. 


Assim como o salmista, nós declaramos alegria em dedicar a casa do Senhor para adoração e louvor. 

Se pudermos fechar nossos olhos nesse instante, meditarmos e encontraremos paz com a verdade que transforma e liberta.

O apóstolo Paulo nos lembra sobre a morte, que por muito tempo foi o nosso maior inimigo, mas que agora está completamente vencida, destituída e despojada pela vitória alcançada na Cruz

Aquele aguilhão que tanto nos feria, o pecado já não tem poder sobre nós. Porque Jesus Cristo, em Sua morte e ressurreição, nos libertou o coração.

A Sua cruz não foi um momento de derrota, mas o palco de Sua vitória eterna.

Hoje, não louvamos a um Deus distante, mas ao poderoso Jeová criador que se revelou em Jesus Cristo Salvador e por seu amor venceu o pecado, a morte, o inferno e levou consigo a nossa dor. 

Elevemos nossas vozes ao Cristo que venceu.

Cada nota, cada palavra, cada batida compasse o nosso coração e exalte ao Rei que venceu com toda nossa devoção.

Adoremos A aquele que nos libertou do império das trevas e nos trouxe de volta a sua maravilhosa luz com a certeza de que o nosso trabalho, a nossa fé e esperança não são vans em Jesus Cristo o nosso Senhor e Salvador.

Ministra: Dcª Isabel Silva

Chamados para servir

Adorar a Deus servindo em Amor:

João 11:38-44, A profundidade do amor de Jesus e Sua fé nos liberta para viver no poder de Sua Palavra.

I. O amor de Cristo pela fé nos move em direção ao próximo (v. 38-39a)

"Jesus profundamente comovido com a morte de Lázaro"

Vai primeiro ao sepulcro de Marta e Maria para ressuscita-las da dor, tristeza, desesperança, incredulidade...

Não adoramos a Deus verdadeiramente, quando ignoramos que muitos desses sepulcros estão abrigando filhos de Deus sufocados por dificuldades, atados em seus delitos e pecados ou mortos precisando ser ressuscitados.  

Sirvamos adorando a Deus com um coração contrito, mostrando a fé que recebemos dEle e retiremos a pedra da incredulidade.


Jesus ordena a nós os vivos: "Tirai a pedra!" que impede a entrada da esperança, solução, vida plena, salvação...

Quantas e quais são as "pedras" que hoje estão nos impedindo de experimentar e viver a graciosa ressurreição?

Tiremos!

II. A liberdade pela fé nos direciona a obediência da Palavra de Deus (v. 39b-42)

A resposta de Marta foi naturalmente humana: "Senhor, ele já cheira mal, pois já faz quatro dias".

Quantas vezes nossa lógica se contrapõe a ordem de Deus?

Quantas vezes os problemas, a razão, o medo, a incredulidade ofuscam o nosso obedecer?

Mas Jesus lembra uma verdade fundamental:

"Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?"

A glória de Deus se manifesta a nós pelo Seu poder através da fé que expressa intimidade / obediência. A "pedra" é removida quando a fé gera confiança na palavra de Jesus.

Essa confiança com intimidade e serviço obediente, é o passo de fé que em adoração prepara o caminho para a glória de Deus se manifestar.

III. A ordem que nos traz da morte para uma vida de adoração (v. 43-44)

Então Jesus brada: "Lázaro, venha para fora!". Sua voz vence a morte, ressoa no reino espiritual dizendo: Haja vida onde antes reinava a morte. E Lázaro vem! Porque quem é filho de Deus ouve a Sua voz ainda que esteja morto e amarrado em ataduras nos delitos e pecados.

Assim como a Lazaro, Jesus não nos ressuscitou para vivermos inertes e inoperantes. Ele nos deu Sua vida abundante para ativamente no Seu corpo Sua Igreja nos mover: adorando, comungando, edificando, servindo, missionando" e Faixas (limitações) uns dos outros tirando." ... 

Jesus que ressuscitou o morto, poderia ter ordenado a pedra, ter soltado suas faixas. No entanto incumbiu aos presentes, participar do processo concluindo o trabalho de libertação.

Conclusão: Um Chamado ao Serviço Adorador.

Que nossa adoração a Deus não se limite a placas, religiões, regras, expectações, mas se manifeste efetivamente também em atitudes de amor a Deus e ao próximo de todo coração:

Jesus nos resgatou da morte espiritual, nos deu nova vida, chamando: "Venham para fora!".

Saímos dos nossos "sepulcros caiados", mas cotidianamente precisamos participar movendo ou ajudando a mover pedras, desamarrando e sendo desamarrados, tendo com Jesus os nossos famigerados jugos e pesados fardos trocados.

Ele nos convida a adorar com atitude! Para que tudo o que fizermos seja onde for, em casa, no trabalho, na escola, no templo, na igreja, deve render glória e honra a Deus.

Que Ele nos capacite a viver essa vida de fé, obediência e atitude servindo, adorando em espirito e em verdade o nome do nosso santo e glorioso Senhor. Amém!

Preletor: Pb. Wanderson

Adoração e comunhão.

01


CRIADOS PARA ADORAR A DEUS.
 Conforme o primeiro maior mandamento e principal propósito dos filhos de Deus é ama-lo plenamente.
 
Adoração não é apenas um momento que separamos do dia ou da semana para dedicar a Deus. Adoração não é apenas uma vida parcial, é a nossa vida integral.
 
02

Adorar é amar rendendo-se totalmente a Deus.

Adorar é crer e confiar plenamente, porque Deus não precisa provar nada a ninguém. Ele já provou e quanto mais nos achegamos e confiamos no seu amor, mais fácil fica de nos render e atender ao seu chamado.

03

 Adorar é amar, rendendo-se e obedecendo a Deus.

O ato de rendição manifesta-se mais claramente quando confiamos e consequentemente obedecemos a Deus.

 Não podemos chamar Jesus de Senhor, quando nos recusamos a obedecê-lo.

04

 Adorar é amar, rendendo-se, obedecendo e recebendo de Deus, deixando Ele agir em nós para o louvor da sua glória.

 Na Bíblia, as pessoas louvam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e até mesmo na cama.
Cada atitude ou expressão em nós pode profanar ou adorar conforme a intenção do nosso coração, mas quando somos transformados por Ele, devolvemos tudo em devoção para o louvor da sua gloria.
 
05

Adorar é amar, rendendo-se, obedecendo, recebendo e mover-se deixando Deus realizar através de nós para sua glória.
 
Como é possível fazer tudo para a glória de Deus? Deixando Ele nos usar gerando glórias a Jesus.
 Ou seja, fazendo tudo para adorar a Deus.
Não para sermos adorados, pois sso é abominável aos olhos do Senhor.
 
06
Pois fomos criados para ser filhos de Deus, desfrutando eternamente.

 Desde o princípio o propósito de Deus foi inserir seus filhos que não são biológicos, mas espirituais, por meio de adoção em sua família para o adorar plenamente, desfrutando eternamente.

 

07

Comungar pertencendo a família de Deus.

 
Fazer parte da família de Deus é um propósito que nos leva a pensar em como temos buscado nos relacionar enquanto filhos adotados e agora inseridos nessa imensidão.
 
A igreja é o modelo prático e vivo, onde devemos exercer nossa função como membros do corpo de Cristo.
 
08
 
 Comungar pertencendo e identificado cristão.
 
Quando nos reunimos em amor, como uma família na igreja, com diferentes dons, talentos, formações, raça e posições sociais, levamos ao mundo um poderoso testemunho. 
 
09
 
Comungar pertencendo, identificado e curado da timidez e o egoísmo num painel de soluções.
 
A bíblia ensina que nosso compromisso com Jesus, inclui pertencer a família amando uns aos outros.
 
Como filhos de Deus aprendemos a empatia, nos alegrando com as conquistas uns dos outros como se fossem nossas e valorizamos a compaixão, nos interessando em ajudar nas dificuldades uns dos outros compartilhando experiências e soluções mutuas para diversas situações e questões.
 
10
  
Comungar pertencendo, identificado, curado, crescendo na fé e maturidade espiritual.
 
Na Biblia a expressão uns aos outros aparece mais de 50 vezes, por isso entendemos que também se cresce espiritualmente vivendo e desenvolvendo relacionamentos sadios como igreja.
 

Pratiquemos a verdadeira adoração em genuína comunhão para o louvor da glória de Deus.
 
Propósitos